Servidores do IFSC participam de debate sobre turismo promovido pela Fiesc

18. março 2016 | Escrito por | Categoria: Câmpus Florianópolis-Continente, Cotidiano, Eventos, Matérias

O diretor-geral do Câmpus Florianópolis-Continente, Caio Alexandre Martini Monti, o professor do câmpus Vinicius de Lucca Filho e o professor Alexandre Biz, que é servidor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e atua na Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (Proppi) do IFSC por meio de cooperação técnica, participaram nos dias 9 e 10 de um debate sobre o futuro do setor de turismo em Santa Catarina, organizado pela federação das indústrias do estado (Fiesc), em Florianópolis.

Alexandre Biz foi um dos organizadores do evento, já que é um dos consultores do Fiesc para a área de turismo dentro do Programa de Desenvolvimento Industrial Catarinense (PDIC 2022). Caio e Vinicius (que é também membro do Conselho Estadual de Turismo do governo do estado, representando as instituições de ensino) estiveram entre os cerca de 80 convidados dos setores público e privado para discutir estratégias para o desenvolvimento do turismo no estado.

O turismo foi apontado em pesquisa da Fiesc como uma das atividades altamente promissoras para o crescimento regional. “Chamou a atenção o fato de uma atividade que não é típica da indústria ser apontada”, comenta Alexandre. A partir daí, a federação das indústrias contratou consultores para elaborar um plano para desenvolvimento do setor nas seis mesorregiões do estado.

No evento, os 80 convidados formaram grupos (“mesas”) para debater temas ligados ao turismo, os entraves ao crescimento dessa atividade e uma visão de futuro sobre o turismo catarinense. O resultado das discussões será usado para elaborar a “Rota Estratégica do Turismo”, com ações a serem implementadas até 2022. De acordo com Alexandre, a participação de Caio e Vinicius destaca a relevância do IFSC para o setor turístico. “Antes muitos não conheciam o IFSC, ou não sabiam que fazia pesquisa, extensão e inovação. Mas o Instituto Federal passou a ser visto como um ator-chave, não como um coadjuvante”, diz.

Para saber mais, visite o site do PDIC.

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