Inscrições para o Prêmio Jovem Cientista vão até 31 de julho

25. maio 2018 | Escrito por | Categoria: Câmpus Araranguá, Câmpus Caçador, Câmpus Canoinhas, Câmpus Chapecó, Câmpus Criciúma, Câmpus Florianópolis, Câmpus Florianópolis-Continente, Câmpus Garopaba, Câmpus Gaspar, Câmpus Itajaí, Câmpus Jaraguá do Sul-Centro, Câmpus Jaraguá do Sul-Rau, Câmpus Joinville, Câmpus Lages, Câmpus Palhoça Bilíngue, Câmpus São Carlos, Câmpus São José, Câmpus São Lourenço do Oeste, Câmpus São Miguel do Oeste, Câmpus Tubarão, Câmpus Urupema, Campus Xanxerê, Oportunidades

post_premio_jovem_cientista 2Estão abertas até 31 de julho de 2018 as inscrições para o Prêmio Jovem Cientista. O tema da 29ª edição do prêmio é “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”.

O Prêmio Jovem Cientista visa revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução dos desafios da sociedade. A premiação está dividida entre as categorias Estudantes de Ensino Médio e Superior, Mestres e Doutores, além de Mérito Institucional e Mérito Científico.

Instituído em 1981, o Prêmio é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a primeira instituição federal de fomento à ciência, tecnologia e inovação e pioneira na concessão de prêmios no Brasil. O Prêmio conta com a parceria da Fundação Roberto Marinho e com o patrocínio da Fundação Grupo Boticário e do Banco do Brasil. O valor total das bolsas é de R$ 775 mil.

As inscrições são feitas de forma online, no site do Prêmio Jovem Cientista. O site também traz informações gerais como regulamento, linhas de pesquisa, premiações anteriores e dúvidas frequentes. O site disponibiliza ainda web-aulas sobre como participar do Prêmio.

Sobre o tema “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”:

O Brasil possui um grande potencial de desenvolvimento a ser mais bem compreendido e lapidado. A palavra que melhor caracteriza essa condição é diversidade – de recursos naturais, de pessoas e de saberes. A pesquisa científica tem papel fundamental nesse processo, com décadas de aprendizados e soluções que avançam tanto no tema da conservação da natureza, quanto no desenvolvimento e na transformação da sociedade.

Segundo dados governamentais, o Brasil possui mais de 550 milhões de hectares de floresta, o que representa mais de 60% do território nacional. A produção florestal brasileira consolida gradativamente um importante mercado diretamente relacionado com o potencial da nossa biodiversidade. Em paralelo, porém, o desmatamento de milhões de hectares dos diversos biomas brasileiros ainda é uma grave questão a ser equacionada.

Nesse contexto, avança a atenção de governantes, pesquisadores, líderes empresariais e organizações sociais em relação à conservação da natureza e à utilização racional dos recursos naturais, englobando a utilização sustentada, a conservação dos ecossistemas naturais e a regeneração dos ambientes já degradados.

Da mesma forma, cresce o interesse por inovar em busca de transformação da sociedade, com mais e melhor informação e qualificação que leve a uma mais ampla condição de equidade, cabendo destaque às iniciativas voltadas ao desenvolvimento de tecnologias para a educação, economia colaborativa e criativa, redes de negócio e empreendedorismo sustentável.

A busca por inovação na conservação dos nossos recursos naturais e na consolidação das transformações sociais necessárias para o avanço da sociedade pavimentará a construção do futuro do país. Estudantes e jovens pesquisadores são fundamentais para o desenvolvimento de novas tecnologias, metodologias e ferramentas inovadoras que possibilitem a melhor compreensão desse contexto e a proposição de novas soluções para questões urgentes da sociedade.

Por Coordenadoria de Jornalismo do IFSC | Com informações do site www.jovemcientista.cnpq.br.

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