Câmpus Canoinhas forma grupo para promover cultura e arte

6. maio 2016 | Escrito por | Categoria: Câmpus Canoinhas, Eventos, Matérias

O Câmpus Canoinhas promoveu, na semana passada, uma série de eventos para lançar o Núcleo de Cultura e Arte (NuCA), formado para fomentar e desenvolver projetos artísticos e culturais e solidificar os princípios da Agenda 21 da Cultura, na região do Planalto Norte. Teatro, cinema e exposição de cartazes fizeram parte da programação cultural do Câmpus Canoinhas durante esta semana.

Os fundamentos do NuCA foram discutidos ainda na segunda-feira (25), quando aconteceu o lançamento oficial do novo grupo de trabalho. Neste mesmo dia, o auditório do Câmpus Canoinhas emprestou seu palco para o Grupo Trampulim, de Belo Horizonte (MG), que apresentou o espetáculo “Uma surpresa para Benedita”. A apresentação foi promovida pelo Sesc, por meio do projeto nacional Palco Giratório.

Cinema

A parceria com o Sesc também possibilitou o desenvolvimento de outro projeto cultural iniciado na semana passada: o QuartaCine, que prevê a exibição de um filme diferente toda semana, na sala de cinema do Queluz, com entrada gratuita. Neste projeto, o Mercado Queluz também participa como parceiro.

Na quarta-feira passada (27), foi exibido o filme indiano Lunchbox. Nesta quarta (4), às 19h, será exibido o filme Uma lição de vida, que conta a história do queniano Maruque, um antigo veterano com mais de oitenta anos que está desesperado para aprender a ler.

O “QuartaCine” cumpre a função de estimular o acesso do público à produção cinematográfica, com foco em filmes que estão fora do eixo comercial, mas que atendem a critérios e padrões de qualidade. Além da exibição de filmes, o projeto busca fomentar o debate, através da discussão mediada por especialistas.

Exposição

Já na quinta-feira (28), o NuCA promoveu uma mostra de cartazes que reproduzem obras do acervo do Museu de Arte de Santa Catarina (Masc). A mostra didática “Florianópolis: Paisagens da Memória”, com curadoria assinada pela professora Micheline Barros, teve como objetivo mostrar a paisagem da capital registrada na memória dos artistas catarinenses e procurou dar vistas a uma paisagem que já está transformada pela urbanização e crescimento da cidade.

“Neste sentido, é preciso pensar o desenvolvimento de nossas cidades e nas perdas e ganhos com a paisagem. É importante ressaltar que a nostalgia é uma constante na memória dos cidadãos e suas cidades”, enfatiza a professora.

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