Sepei 2016: feira divulga trabalhos de economia solidária

16. setembro 2016 | Escrito por | Categoria: Câmpus Criciúma, Eventos, Matérias

ecosol-1A Feira de Economia Solidária é uma das atrações do Seminário de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Sepei), em andamento até esta quinta-feira (15), no Câmpus Criciúma. No espaço reservado para a feira, alunas do Programa Mulheres Sim e artesãs de associações de Criciúma e municípios da região esbanjam talento e criatividade. A mostra de artesanato reúne objetos de decoração, utilidades domésticas e produtos alimentícios.

ecosol-2Calouras do Programa Mulheres Sim, Valmira de Souza e Arina Cornélio Crispim esbanjam simpatia e entusiasmo na hora de falar sobre seus produtos e o curso. Enfeites para portas, móbiles em tecido e potes de vidro decorados são resultado das primeiras aulas e já fizeram sucesso. “Vendi os dois vidros que fiz”, conta Valmira, empolgada com a venda e também com a aceitação do trabalho na primeira feira que participa. “Aqui a gente sente que é importante.”

Além dos trabalhos produzidos no curso, Arina trouxe para a feira as bolsas que confecciona com tecido reaproveitado de sombrinhas encontradas no lixo. “Acho que isso é economia solidária: quando a gente trabalha com reaproveitamento, com coisas nossas, sem desperdício e com custo baixo”, ensina a artesã com a experiência de quem já consegue uma renda boa com a venda de seus produtos, principalmente sob encomenda.

ecosol-3Quem também conseguiu transformar o artesanato em fonte de renda é Sirlei Aparecida Santiago, que frequentou a primeira turma do Programa Mulheres Sim no Câmpus Criciúma e, atualmente, faz parte do Grupo Recrearte, do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Bairro Próspera. “É uma oportunidade de trabalho e também uma forma de economizar dinheiro, porque a gente mesmo faz os presentes personalizados pra dar de lembrança para os parentes e amigos”, conta a artesã.

ecosol-4Para a coordenadora estadual do Programa Mulheres Sim, Paula Clarissa de Souza, e para as coordenadoras locais, Marisilvia Santos e Edna Maria Della Bruna, os depoimentos das participantes confirmam que os objetivos da feira estão sendo atingidos na medida em que divulga o trabalho das alunas, mostra a organização de uma feira na prática e promove a troca de informação com o público e com artesãos mais experientes.

Por Liane Dani | Jornalista IFSC

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